Conchinhas do mar

o que dizem...

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O quintal

Posted at 06:26 AM on November 12, 2007 Comments comments (0)

Tudo se pode ver aqui

por onde eu passo:

flores por todos os lados

um grande quintal

de arte, pessoas e pássaros.

Coisas maravilhosas

Posted at 05:26 PM on November 01, 2007 Comments comments (0)

Coisas maravilhosas na ascensão

Tombo sem dor

Tombo de bebê.

Amortecido pelo lume da

novidade da vida.

 

 

Tombo de tanto bebê...

amortecido pelo desencanto da

 rotina vivida.

 

Tombo de capoeira,

cambalhota

plantagem de bananeira.

 

 

Tombo de sonho

que me acorda bisonha e suada

tombos outros, de cômicas

gargalhadas.

O mar

Posted at 12:49 PM on November 01, 2007 Comments comments (0)

A pele do mar se espalha

preguiçosa sob o sol da manhã.


Minha alma sentada

debaixo da árvore

Olha: ela admira e conquista.


Ela sonha entre a voz do mar

tão perto, tão harmoniosa

O futuro.


Com sentimento de eternidade.


Ela não vê o pilão das águas

no seu eterno vai e vem

lavrando a carne lí­quida

em amálgama de ninguém.


Ela não vê

as estrelas diluídas

nas rochas comprimidas

no fundo dos mares


Os olhos da alma se estendem

na imensa e colorida pele
das águas do mar

toma sol e luz no eterno
abandono da vida


ambos na glória e no mistério

de um dia de sol.


Amém.

Quem quer saber...

Posted at 05:03 PM on October 27, 2007 Comments comments (0)



fancygens.com... Não espera
uma vida toda,
mergulha no hidrogênio da estrela,
atéa raiz da flor
que surge no lodo.

Quem quer saber,
busca, oferece a palma da mão
sempre vazia...
não chora, mas prece
nas noites mais frias.

Quem quer saber
revira tudo
da estrada ao pó
olhares, ou pecados
misericórdia e dor.

Mas sabe que o tempo não espera
não teve um dia para começar
conta a história,
desespera, qualquer amanhã por chegar...

quem quer saber,
não perde tempo a perguntar
ouve atéo vento,
nas montanhas a soprar...

quem quer saber...

O mar

Posted at 03:20 PM on September 24, 2007 Comments comments (0)
Daqui se pode ver o mar
suas cores, beleza sem fim
as vidas que há no luar...
no escuro que tem em mim.

Não choro a solidão
como forma de vida...
tenho só um coração
saudade bem dividida

As estrelas são filhas
são múltiplas em suas faces
são únicas em suas trilhas
no caminho que passas.

De mim o que resta
deixo como lembrança
do canto triste da festa
da alma que nunca cansa.

Amanhã, outro sonho
mas o luar sempre o mesmo
o mar no seu canto tristonho
e a alma vivendo a esmo.

Thought of a little baby bird... in your egg...

Posted at 08:47 AM on September 24, 2007 Comments comments (0)
How can I see the future? In the thousand and thousand  of natural concret in front of my eyes?   How can I break this darkness... the my creater´s light?   The little baby cries out prisoner of your wings in home...!   but one day, the mistery falls down!     The  tiny sun´s rays to the little baby says:   Look for me and you will see:   The future does not exist.   Little bird closes   your eyes beats your wings strongly  and breaks the home and  flies.   When he opens the eyes the world changed!   The TIME, really has not measure! but it measures the dreams of life and the life of  the  dreamer.

Eles precisam de motivos...

Posted at 01:32 PM on September 19, 2007 Comments comments (0)
Que motivos tem eles para cantar?
Por que todas as manhas se reunem?
Antes do dia ser dia, do sol chegar...
Sem palco, plateia, sem esperar...

O que fizeram ontem...
que estão a comemorar...
Será o bem... o bem é cantar...
ou sobre o trabalho...

a arte de se plantar.

O que dizem estes pássaros
sobre os homem que vão passar.
dizem sobre o mar...
ou a montanha que seguirá

Um idioma tão antigo
que ninguém soube decifrar...
mas a verdade: algo estão a cantar.

E se algum algum dia perguntar
será que a resposta virá?

Meu medo

Posted at 11:41 PM on September 09, 2007 Comments comments (0)
É meio da noite
É  profundo  e sincero
como um acoite

                          É pálido e trêmulo como luz da rua
                          suave e ameno como a lua

É mí­sseo que assobia
não é conhecido  nem sabedoria
é dor sem alegria.

                             É criança que chora
                              que chora sem lágrimas
                             chora com o olhar...

É arma viva em alma morta
parede e labirinto sem porta.

                              É um pecado qualquer, sem nenhum
                              segredo,   mão sem dono
                              coração  sem sonho,  meu medo.

O real

Posted at 10:36 PM on August 30, 2007 Comments comments (0)

A chuva era fria

O vento forte, gelado

a noite escura parecia

nem lua ou estrela, nada.


Mas ele estava lá

surgiu entre as sombras

as árvores eram sombras

e ele também será.


Falei sem parar

com medo que ele sumisse

e nos seus olhos

não pudesse mais morar.


Que dia, hora, ou lugar

que mistério qualquer

o envolvia, na rua tão

simples de se passar...


Mas ele era impossível

de por ali encontrar...



Que sorriso se pode ter

quando não se tem

mais contas a pagar...

vive-se da graça plena

quem conhece o caminho

da morte e da vida

monta o cenário,
escreve a cena

em qualquer palco

desta avenida.


E volto ainda com tanta coisa para aprender.

O valor das coisas naturais...

Posted at 03:12 PM on August 26, 2007 Comments comments (0)
 

Cada elemento da natureza tem seu valor:

 mas todos tem um valor imensurável...

 A concha, o ouro, o trigo.

A imaginação do imensurável.

é o que eu carregarei comigo.


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